
ALGUÉM ME SABE INFORMAR DA PENA A QUE FOI CONDENADO JORGE NUNO PINTO DA COSTA, O PRINCIPAL ARGUIDO DO PROCESSO APITO DOURADO?
SEXTA-FEIRA FIM DE TARDE NO BAR DO PRIMO MANEL NAS BOMBAS DA MARGINAL.
Sempre airosa com um decote até aos joelhos de onde sobressai um valente par de mamas (implante) pagas pelo morcão do seu antepenúltimo namorado, um luso-amaricano que ficou na desgraça, eis que chega a Milú, e logo “ó Manel, tás bom comó milho filho, dá-me aí um fininho que estou aqui que nem posso, estou toda alagada, pareço um rio”, “ahahahahah, já vi, estiveste a namorar no seminário com o camelo do Porche que te deixou aí à porta, ó rapariga, tu não ganhas juízo?”, respondeu o Manel…
“Pareces bruxo, que queres? O corpo pede…” retorquiu a Milu…
Quem não gostou nada da conversa logo desde o início foi a mulher do Manel que apareceu de rompante da cozinha e disse “oube lá, ó Micas (nome porque é tratada a Milu entre as mulheres da família) senta-te que a empregada já te atende, olha, vai prá esplanada, põe-te à sombrinha pra ver se arrefeces… Olha, porque não vais à casa de banho enxugar-te? Podes ir que ainda agora lá botei um rolo de papel higiénico dos grandes, da-se, até chega aqui o cheiro a pouca vergonhice… E tu, ó meu embasbacado (referindo-se ao seu homem, o Manel) vê lá se te pões a olhar pró rego das mamas da priminha e tropeças nalguma coisa, vá, toca a mexer, gostava de te ver assim todo arrebitado era lá em casa…”
O Manel esboçou um sorriso amarelado e encolher de ombros na direcção de um cliente que passava em frente ao balcão, e tinha ficado parado a olhar para os marmelos da Milu na tanga do tipo “as senhoras primeiro”.
A Milu hesitou entre sentar-se um pouco para descansar ou ir de imediato limpar a “inundação”, optou pelo wc porque o fluxo era abundante e começava já a notar-se uma manchita de humidade na saia, no vértice entre as nádegas e os joelhos, quem vê por detrás.
Fez-se um pouco de silêncio na sala do café, mas ouvia-se da cozinha o “rosnar” da mulher do Manel.
Entretanto chegou um cliente, um tipo mal ajambrado, cabelo cumprido oleoso, cor entre o branco e o amarelo, dava ideia que era para condizer com as pontas dos dedos e a barba…
Meteu a mão ao bolso, olhou os trocados, dirigindo-se à empregada perguntou o preço de um prego e uma cerveja, a empregada informou-o, e ele pediu “traga-me um croquete e um fino”.
Sentou-se e deitou a mão a um guardanapo, sacou de uma esferográfica a começou a escrevinhar.
Com estardalhaço, coçando os “tomates”, palito ao canto da boca, arrotando caverneticamente, com um “fosga-se, vá fazer calor ó car.l.o”, quem é que aparece no café do Manel?
Isso mesmo, o Des Contente, o líder dos primaços…
- Estes textos não têm outro propósito senão homenagear o chamado Povão da zona histórica do Porto e um homem, um jornalista/escritor(autor) que dá pelo nome de Mário Zambujal que há muitos anos me maravilhou com um livro intitulado “A CRÓNICA DOS BONS MALANDROS”
Zé Porto
PS: Continuação, haverá ou não, dependerá da disposição.


Segundo o presidente da junta de S. Jacinto, a responsabilidade é da Admnistraçao do Porto de Aveiro.
Quem faz tanto lixo são pescadores desportivos sem escrúpulos, eu, por exemplo, tenho o cuidado de deixar o local onde normalmente pesco, se não totalmente limpo, pelo menos como o encontrei.
Bastava um contentor de lixo aqui e outro acolá, e estou em crer que não se veria tanta lixarada por todo o lado.
Zé Porto
Como todos os anos, Vítor Ismael a tesoura mais famosa de Valongo, convidou um grupo de amigos para festejar o seu aniversário e o do seu senhorio (da barbearia) que já conta noventa e muitos mas come como um jovem daqueles de muito sustento.
Estávamos todos a apreciar o bom tinto e branco (muito) que servia de companhia aos bolinhos de bacalhau, salpicão, leitão e mais não sei quantas iguarias quando se aproximou uma senhora para também ela dar os parabéns aos aniversariantes.
Pediram-lhe que cantasse um fadinho e ela não se fez rogada.
Lucraram aqueles que se aproveitaram da distracção dos que ouviam e faziam coro com a fadista para “enfardar como burros”, foi uma limpeza.
VITINHO… AQUELE ABRAÇO, E QUE PARA O ANO ESTEJAMOS TODOS NOVAMENTE A COMER E A BEBER À TUA CONTA!
E BIBÓ PORTO
Fala-se por aí que não é por causa das vigarices que querem manter João Vale Azevedo "indoor", que a verdadeira razão são negócios de petróleos e que PINA MOURA estará por detrás dos juizes que querem "ensacar" novamente o ex-presidente dos lampiões.
VÃO VER QUE ELE VOLTA, CONCORRE CONTRA O ORELHAS E GANHA!!!

Antes tivesse ido hoje porque me deparei com uma situação que me deixou deveras triste, uma senhora chorando convulsivamente que saía do contentor (instalação provisória) que serve de recepção, não sabia a razão, mas estando onde estava só podia ser algo relacionado com um animal de estimação.
E era…
Já no balcão de atendimento ao público vi um homem que aparentava a minha idade com um pequeno cobertor de onde vislumbrei uma cabecita e dois olhos, era a Fifi.
O homem era filho da senhora que tinha visto sair a chorar, também os olhos dele estavam mareados de lágrimas, cabia-lhe a ele acompanhar a Fifi até ao seu último momento de vida.
Perguntei porque tinham tomado decisão tão drástica, abriu o pequeno cobertor e vi, um hematoma enorme ao fundo da barriguinha da cadelinha, senti um arrepio e uma tristeza desmedida, disse-me ele “é cancro, tomou conta dela há uns meses, sofre muito, vai ser abatida porque a amamos muito”.
Convivo bem com a morte, é algo natural, não sou dos que têm medo de cemitérios, procuro-os até para por lá passear quando preciso de me isolar, no entanto, nunca vou a funerais de pessoas de quem gosto muito, assim foi aquando da morte do meu único irmão há mais de dez anos, prefiro recordá-los vivos, e não guardar deles expressões como a que julgo ter visto ontem nos olhos da Fifi.
Eutanánia? Sim!!!
Não será uma forma de amar?
Zé Porto
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