domingo, 13 de maio de 2012

A “polémica” com o (semi) nu de Rita Pereira.

Tudo se resume a saber-se se a “Playboy” é uma revista erótica ou pornográfica.
Há já muito tempo não sou cliente da publicação referida, no período (da dita ser contrabandeada) em que o era, as fotos que faziam grande plano dos chamados entrefolhos ganhavam (de longe) ao desdobrável das centrais.
Conclusão, nestes tempos em que se diz que não há respeito mostra-se muito menos que antigamente.
Pois, o tantrismo é o que está a dar, depois queixam-se que a população está a envelhecer.

sábado, 12 de maio de 2012

RAIOS PARTAM O MEU 6º. SENTIDO

Ontem fiquei contente ao ver o presidente do meu clube a cantar na Afurada, hoje cheira-me a campanha eleitoral do Menezes para a câmara do Porto.

Mais um no rol dos amaricados

O “baleia” (Carlos Abreu Amorim) veio, a correr, em defesa do chefe, com este Governo temos de reaprender o significado das palavras, afinal Pedro Passos Coelho não disse que “o desemprego não pode ser um sinal negativo”.
Um dia destes vem dizer que a justiça está muito bem, que não há uma criança a viver com o avô que, na sua presença, assassinou o pai.
Que a culpa da prescrição do processo de corrupção do Isaltino é do advogado do réu.
Que o Relvas e o Marco António estão inocentes no caso das secretas.
Que Cavaco está limpinho porque ganhou dinheiro com a SLN, e não com o BPN.
Os cromos deste governo estão cada vez mais mentirosos e amaricados, eu não votei neles, não queria estar na pele de quem votou, devem sentir-se envergonhados.
Já agora, quem será o autor do “amaricados”? Eu não sou!

A CAMINHO DO TRI




O drama da mitologia benfiquista
Há muitos anos, os nossos antepassados inventaram deuses para explicar fenómenos - o vento e a chuva, o sol e a lua, o fogo e a tempestade, o dia e a noite - para os quais não tinham explicação, e organizaram religiões com o objetivo de influenciar os humores imprevisíveis da mãe Natureza.
Bastante empreendedores, como está documentado pela capacidade de construírem as pirâmides do alto das quais 43 séculos de História nos contemplam, os antigos egípcios arquitetaram uma narrativa religiosa bastante completa, onde, por exemplo, Rá, deus do Sol, cuspiu Shu, deus do Ar, e Tefnut, deus da Humidade.
No panteão de deuses egípcios, Ísis encarregava-se dos seres vivos, mas nem o futuro (Osíris superintendia a todo o processo da jornada até ao Além) nem os sentimentos - Seth era a divindade que tratava do ódio - eram negligenciados.
Interesseiros, os gregos abriram espaço na sua mitologia para Hermes, deus dos comerciantes, a quem rezavam e dedicavam o sacrifício de animais, na tentativa de o satisfazer e melhorarem as vendas.
Coube aos hebreus o louvável esforço de racionalização desta confusão panteísta de adoradores de uma multidão de deuses.
Abraão foi, à época, o equivalente à Maria Manuel Leitão Marques, o rosto do Simplex religioso, da fundação de uma religião monoteísta, em que um só Deus, todo poderoso, responsável por toda a Criação, que se ocupa em regime de acumulação de todos os pelouros - e a quem os fiéis podem recorrer seja qual for a índole da sua aflição.
Nove em cada dez dos seis milhões de benfiquistas refugiaram--se na religião para achar uma explicação para a esmagadora hegemonia portista no nosso futebol.
Os panteístas atribuem as culpas a efeitos conjugados da ação malfazeja de alguns anjos e demónios, como Jesus (o Jorge), Vítor Pereira (o dos árbitros), Luís Filipe Vieira e Pinto da Costa. Outros, monoteístas, optam por culpar apenas os árbitros por todas as suas desgraças.
Como portista e agnóstico compreendo a desorientação teológica que se apoderou dos benfiquistas. A moderação da minha satisfação pela conquista do bicampeonato deve-se ao facto de por mais de uma vez ter festejado tris, tetras e até um penta. Mas para se gabar de ter vivido um bi, um benfiquista tem de ter pelo menos 28 anos -e um sportinguista 59 anos!
Enjeitar as responsabilidades pelas derrotas e fracassos, atirando- -as para as costas largas da arbitragem, não é o caminho certo para os benfiquistas contrariarem o domínio azul e branco e devolverem algum suspense à indústria do futebol.
Demonizar os árbitros e sacrificar animais à Fortuna (a deusa romana da Sorte) é o drama da mitologia benfiquista. Para voltar às vitórias, o Benfica tem de aprender com Minerva (a deusa romana da Sabedoria) a lição de que as vitórias portistas são filhas da combinação de talento com competência e muito, muito, trabalho. Só assim a sua fé no futuro terá fundamento.
(in “JN”)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

Sócios do benfica

Em vez de títulos, o orelhas oferece funerais mais em conta.

Caséria Évora


Agora quando te ouço
Sinto profunda ansiedade
De ti e do Zeca Afonso

Sofro enorme saudade
http://www.youtube.com/watch?v=E_7BV-IuyKI

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Relvas não se demite.

Miguel Relvas não se demite porque é um desavergonhado e manda mais que o Primeiro-Ministro.

SOU CONTRA AS TOURADAS


 Não sei, não acho graça, gosto mais de futebol, mas mesmo não gostando sei ver quando a faena é boa ou má. Ontem detive-me à frente da televisão a apreciar, ele era chicuelinas, verónicas e mais não sei quantos passes, o toureiro Honório Novo, a besta Vítor Gaspar (ministro das finanças), gostei de ver, mesmo sendo o bicho muito manso e lento. Quem se postasse ontem a admirar o deputado do PCP ficava com a ideia que ele (Honório) é um tipo violento, nada de mais errado, é calmo, um tipo porreiro, encontrei-me diversas vezes com ele, há uns anos, há porta de diversas fábricas e empresas, é um gajo afável até, mas é também um gajo do caraças dificílimo de calar.
FORÇA HONÓRIO


quarta-feira, 9 de maio de 2012

Gaia fede.

Não é só a gestão de Luís Filipe Menezes (e sus muchachos) que cheira mal, em Pedroso há toneladas de carne podre nas câmaras frigoríficas (desligadas) de uma fábrica de enchidos que faliu em Setembro do ano passado, situação há muito denunciada à GNR, autarquia, entidades sanitárias e até na televisão.
Como se não bastasse, a etar da Madalena, em vez de proteger, empesta o ambiente do concelho, o mau cheiro prolonga-se intensamente da orla marítima até às freguesias mais interiores, até a zona turística (já que o restante está uma desgraça) que foi alindada cheira mal que tolhe.
Conclusão, Luiz Filipe Menezes está de saída, deixa um retrato de merda.

terça-feira, 8 de maio de 2012