quarta-feira, 30 de maio de 2012

Parabéns Padrinho

Vila Nova da Barquinha
Que gente ilustre tens?
Tens o Mata, o meu padrinho
Que está (hoje) de PARABÉNS.

NÃO CONHEÇO A ORDEM DOS FATORES

Não sei quem será primeiro ou ultimo.
O livro?
O Filho?
A árvore?
A ordem não deve contar, o que deixa muita gentinha a modos que tola é o ter de cumprir o dito que não posso apelidar de popular porque já vi, e ouvi, gente (chamada) importante a valorizar (muito) a coisa.
Quem se lembrou de instituir, como imprescindíveis, os três trabalhos do ser humano não se preocupou com a enxurrada de “nefastura” que eles acarretam.
Desde logo, os homossexuais não os cumprem, ora bem, os de raiz, porque há também aqueles que antes não o eram.
Depois as árvores, já repararam (tirando as auto estradas) que quando o pessoal se despista tem tendência a estampar-se numa árvore?
É que ainda por cima dá ideia que os plantadores não estiveram com muito trabalho, não iam para o meio do monte, plantavam logo ali na berma, e o pessoal é que se lixa a dar dinheiro aos reboques e aos chapeiros.
O filho, é como o meu avô dizia, "é uma lotaria", todos querem a taluda, a maioria fica com a terminação ou em branco, mas guarda-se sempre o bilhete, muito bem guardadinho.
O Livro, ”estou em crer” que há até quem os escreva, e edite, no intuito de aborrecer o parceiro, do género, “vou escrever um livro de merda e tu vais comprá-lo, podes não o ler, mas compras para não me desagradar”.
Há-os (autores) que acreditam que têm valor, alguns até têm, são as exceções à regra. 
Conclusão, este, como a maioria dos ditos, nem para limpar o dito serve. 

sexta-feira, 25 de maio de 2012

A INOCÊNCIA DOS COMENTADORES POLÍTICOS DA NOSSA PRAÇA

O caso Relvas/Público é destinado a ficar como está, da “ERC” (sem qualquer arguição) vão sair chamadas de atenção a ambos os contendores. Entretanto vai-se “sujando” papel e gastando antena na expectativa de adivinhar que conclusão tirará (de toda esta trama) o Primeiro-Ministro, como se a este fosse estranho o procedimento do rafeiro Relvas.
Para tentar tapar os olhos ao mundo demite-se um ex-jornalista (Adelino Cunha/na foto) adjunto, um bode expiatório fica sempre bem, fica bem para serenar as críticas, e fica-o na verdadeira ascensão da palavra, eu arriscaria dizer que na Ongoing já está pronto mais um gabinete.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

GOVERNO ASSASSINO

O atual governo (que em campanha prometeu não aumentar os impostos) continua a trabalhar para os seus donos, aumenta o iva na restauração e em vez de obter mais receita ganha despesa devido ao aumento do desemprego no setor. Aumenta o valor das taxas moderadoras, promove fiscalização para detetar falsos isentos e que acontece? Cresce o número de utentes dispensados de pagamento, ou seja, havia quem pagasse mesmo estando desobrigado de o fazer, mexeram no vespeiro…
Retira a isenção de taxas moderadoras aos dadores de sangue e passado pouco tempo começa a escassear sangue nos hospitais públicos, cirurgias são adiadas, mesmo algumas essenciais à manutenção da vida dos doentes, entretanto os hospitais privados não registam falta.
Até quando continuará Portugal a ser governado por assassinos chantagistas?
Eu estou de consciência tranquila, não votei neles. 

O POVO FALA

No Bairro do Aleixo diz-se que o interesse de Rui Rio não é acabar com o tráfico de droga, se assim fosse a primeira torre a ir abaixo seria aquela onde se concentra o tráfico que (pelos vistos) será a última a cair. O autarca do Porto deixa para o fim a torre 1, conhecida como o maior centro comercial da droga no Norte de Portugal, ao fazê-lo continua a dar mais despesa ao Estado devido às frequentes rusgas das polícias e mantém o foco da comunicação social no local, todas estas manobras não passam de artimanhas para atingir os fins desejados, entregar os terrenos aos amigos.

terça-feira, 22 de maio de 2012

TERESA CAEIRO, UMA TIA SEM SENSIBILIDADE SOCIAL.


As socialites portuguesas viram-se substituídas pela pimbalhada graças à imprensa cor-de-rosa, as primeiras (era o que aparecia na comunicação social) juntavam-se em chás beneficentes, desfiles de moda, casamentos, batizados e simples festas, as outras, juntam-se em raves para mostrar os maridos/namorados cheios de pasta, os novos implantes e snifar uns riscos, as primeiras (com medo que as segundas lhes roubem os maridos) desapareceram das festas, só que, quem não aparece esquece.
É o caso de Teresa Caeiro, ninguém a badala, agarra-se ela à sineta.
Veio propor a aplicação de taxas moderadoras nos abortos equiparadas às pagas em intervenções cirúrgicas, inconscientemente (ou não) pode vir a ser responsável pela vinda ao mundo de crianças indesejadas que trarão muito mais despesa ao erário público que o valor das taxas por ela propostas, as instituições do Estado estão cheias de crianças que nasceram a destempo.
Comparo Teresa Caeiro a Filomena Mónica, pobres maridos, quem os viu e quem os vê.

ALEGADAMENTE

Godinho Lopes terá tentado vender o controle do Sporting Clube de Portugal à “ONGOING” que se mostrou desinteressada, a mesma fonte deixa entender que à referida empresa de investimentos, no futebol nacional, só interessa a marca Benfica, vai até mais longe insinuando haver já um pré-acordo com Luís Filipe Vieira.

domingo, 20 de maio de 2012

JOÃO ANDRADE E SOUSA

João Andrade e Sousa é o nome do coronel da GNR afastado do comando territorial da GNR de Évora por gostar de molha a sopa.
Ora aqui temos um cavalheiro que devia ser premiado com um enxerto de porrada, só para provar do manjar que gosta de dar aos outros.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

PRESIDENCIAIS

Quando muitos julgam que Rui Rio será o próximo líder do PPD/PSD, fonte segura afirma que não, "ele candidatar-se às eleições presidenciais com um trunfo de peso, promete o regresso da FÓRMULA 1 a Portugal", e eu até acredito, não que ele traga a fórmula 1, mas que se vai atirar às presidenciais.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Pinto da costa de novo a contas com a justiça?

Diz-se que o honorável presidente do Futebol Clube do Porto poderá voltar a tribunal, o Governo considera-o o principal responsável pelo ar feliz que cintila nos rostos de grande parte da população do Norte de Portugal dando a ideia de não estarem preocupados com a crise.

terça-feira, 15 de maio de 2012

- A AMÉRICA NO SEU MELHOR -

"HOMEM EXECUTADO NO TEXAS AFINAL ESTAVA INOCENTE"
"Carlos DeLuna foi preso pelo assassinato de Wanda Lopez, julgado e condenado à morte. Seis anos depois do julgamento, foi executado. Esta segunda-feira, uma publicação académica desmontou o caso e provou que o Estado norte-americano do Texas executou um inocente."

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Dá-lhes Marinho (II)

Uma barata tonta (2)


Na semana passada respondi a três antigos bastonários que me atacaram por eu ter chamado barata tonta à ministra da Justiça. Hoje respondo a Miguel Sousa Tavares que disse que, com essa crítica, eu dera um tiro na cabeça. Na minha! Descontando a imagética, vamos ao que interessa.
No Wikicionário a expressão «barata tonta» significa «pessoa confusa, pessoa desorientada» e na lista de expressões idiomáticas da língua portuguesa da Wikipédia significa «perdido, desorientado, sem saber o que fazer». Essa expressão já foi aplicada, sem alarido, a uma ministra da Educação de José Sócrates e à presidente do Brasil Dilma Rousseff. Vejamos então por que a aplico à ministra da Justiça.
Toda a sua atuação tem sido a de uma pessoa perdida e desorientada que se guia pela instabilidade dos seus estados de alma e pelas manchetes dos tabloides de Lisboa. Estes falam em corrupção? Logo ela anuncia que vai acabar com a «impunidade absoluta» da corrupção (como se isso dependesse de um ministro). Acusam o seu arqui-inimigo Isaltino de Morais de tentar atrasar um processo? Logo ela vem dizer que vai acabar com os expedientes dilatórios. Em vez de pôr os tribunais a decidir mais depressa e de punir quem abusa do direito, ela quer punir todos indiscriminadamente, cortando direitos mesmo a quem os exerceu corretamente, pois isso rende muito numa opinião pública em processo acelerado de fanatização.
Duarte Lima não pode ser extraditado para o Brasil? Ignorando a Constituição ela vai à TV dizer que sim. Os crimes do «estripador de Lisboa» já prescreveram? Ela afirma que vai aumentar os prazos de prescrição (embora depois se focalize mais no processo de Isaltino). Há julgamentos por furtos de valores insignificantes enquanto os grandes roubos ficam impunes? Logo ela anuncia que vai onerar os custos da Justiça para as vítimas desses pequenos delitos, assim desviando a atenção dos golpes de milhões dados sobretudo por antigos dirigentes do PSD que não foram a julgamento e sobre os quais ela nunca disse uma palavra. É convidada para ir à cerimónia de abertura do Congresso dos Advogados? Vai, agride moralmente quem a convidou e, numa insólita falta de respeito por todos, foge atabalhoadamente da cerimónia mal acabou o seu discurso com medo da resposta daquele que tão «corajosamente» acabara de atacar.
Muitos solicitadores de execução, incluindo o antigo presidente da respetiva Câmara, ficam com o dinheiro dos cidadãos e das empresas? Ela anuncia publicamente que há fraudes no sistema de apoio judiciário da OA, enxovalha publicamente os advogados e - pasme-se! - alia-se aos solicitadores no órgão de fiscalização das execuções. O Tribunal Constitucional tem um processo importante para o Governo? Ela pressiona-o publicamente para decidir no sentido que mais lhe convém. O bastonário critica-a? Ela retira à Ordem 1.400.000 euros anuais provenientes das custas judiciais pagas pelos clientes dos advogados. Fala-se que há uma justiça para ricos e outra para pobres? Logo acorre a dizer que é preciso acabar com essa diferença, como se não fosse, ela própria, a discreta advogada de alguns dos ricaços de Portugal.
A MJ é uma barata tonta também porque cria deliberadamente na opinião pública a ideia de que o mal da Justiça se deve apenas às leis e não também aos magistrados. Ela não tem uma palavra para o facto de estes se terem apropriado da justiça, violarem todos os prazos para praticar os seus atos processuais, demorarem, por vezes, anos a proferir as suas sentenças ou a decidirem recursos. Atente-se: em 1960 cada juiz concluía por ano 1069 processos, em 2000 esse número tinha baixado para 522 e em 2010 já só ia em 387 processos. E o que é que ela faz para corrigir isso?
E já não falamos da vergonha de tentar criminalizar o chamado enriquecimento ilícito em total violação da Constituição; de as prisões voltarem a estar a abarrotar; de as declarações dos arguidos no inquérito (mesmo perante os acusadores) valerem como prova em julgamento; de o juiz de instrução poder aplicar medidas de coação mais pesadas do que as pretendias pelo próprio MP; dos julgamentos sumários para crimes gravíssimos; da prisão obrigatória para crimes pouco graves; etc..
Uma ministra que assim age é ou não uma barata tonta?