Fonte,fidedigna, confirma que sempre que paulo portas se refere ao (atual) Presidente da República (positiva, ou negativamente), doutor, professor, aníbal cavaco silva, a mariinha dorme no quarto dos convidados devido ao desassossego, crise de flatulência, e abundante diarreia líquida que aflora o traseiro do manhoso de Boliqueime.
Parece que o genro do mais alto magistrado de Portugal, devido ao (alegado) tráfico de influências do sogro na compra do Pavilhão Atlântico, financia as fraldas com que a mariinha “traça” o Comandante-chefe das Forças Armadas para poupar os lençóis (património) da Residência Presidencial.
Há, até por aí (uns esquerdelhos) que sustentam uma estapafúrdia ideia, a possibilidade de o antigo primeiro-ministro ter sido tão fodido por paulo portas quando este dirigia o “INDEPENDENTE”, que (hoje) nutre por ele uma paixão incontrolável que lhe desarranja a cloaca, a “desavergonhice” d’alguns, vai ao ponto de haver quem diga que o tal que “sente o leite (lá) pelo rego”, o que deu o milhão (fantasma) ao CDS/PP, é o esganiçado que vive à nossa custa num palácio (cor-de-rosa) junto ao Tejo, o mesmo que se queixou que não tinha dinheiro para as despesas, não desse tanta pasta ao “azeiteiro”.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
MAIS UM ANIVERSÁRIO + UM LIVRO!
O caso Camarate continua a render politicamente, e não só, mais um livro nas bancas, desta vez de Frederico Carvalho, “SÁ CARNEIRO E AS ARMAS PARA O IRÃO”.
Há pelo menos mais 3 aniversários que ainda podem render livros, sobre a possibilidade de ter sido o seu sucessor (no PSD) a encomendar o “serviço”, alguém da família devido à sua relação com Snu, ou ainda os credores.
Para comissões de inquérito, parece que há um fundo próprio.
Ainda há papel para muito espantalho!
Há pelo menos mais 3 aniversários que ainda podem render livros, sobre a possibilidade de ter sido o seu sucessor (no PSD) a encomendar o “serviço”, alguém da família devido à sua relação com Snu, ou ainda os credores.
Para comissões de inquérito, parece que há um fundo próprio.
Ainda há papel para muito espantalho!
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
TEXTO DEDICADO A UM AMIGO DE INFÂNCIA
Eu, às vezes, recordo o “gaijo”, não é todos os dias…
Foi a “carteira”, que me deixa as contas na caixa da correspondência, que (hoje) fez com que o meu *“disco-semirrígido” fosse requestar um “registo”com mais de 30 anos.
Reparei que durante uns dias a senhora, que me entregava o correio, tinha sido substituída por um carteiro que eu não conhecia, pensei, “mudou de área de distribuição”, já que não aparentava idade para passar à reforma.
Hoje, por volta das 13.30 (como de costume), ouvi o ruido do motor (acompanhado da algazarra que as minhas cadelas armam) da “motoreta” dos CTT, fui ver, já não era ele, era ela novamente, perguntei, “então? a gastar os dias de férias que restavam?”, “antes fosse”, respondeu-me, estive de baixa, fui ferrada por um dálmata ali (apontando) naquela moradia”.
Contou-me todas as peripécias que se seguiram, pedido de desculpa do dono do bicho, ida ao hospital, vacinas, acionamento de seguro, pedido de indeminização (que não é nada barato, e que o “grosso” cairá nos cofres dos “CTT”, ficando o trabalhador com as mazelas e umas migalhas do dito).
Eu ainda falava com a senhora, e na minha mente já passava (como que) o filme de um velho (sem ofensa) amigo de infância que na sua juventude, para ganhar uma “pasta” extra exercia a função de carteiro em substituição de titulares do cargo que estavam em gozo de férias.
Nesses tempos era, eu, associado numa empresa de transitários (GRUPOTIR, já extinta), com sede na Rua Arménia, na Freguesia de Miragaia, na (nossa, minha e desse meu amigo) cidade do Porto.
Um dia entra-me pela porta do escritório adentro o Óscar (o meu tal amigo) esbaforido, tinha dado uma corrida a fugir de um cão.
Soube mais tarde, que por causa do tal cão (que era um cãozarrão), o Óscar, passava (em passo de corrida à entrada da Viela da Baleia, também em Miragaia), gritava “CARTEIRO”, atirava a correspondência para o chão da viela e fugia a sete pés até lugar seguro, pois o animal desatava numa correria desenfreada atrás dele.
Ao relembrar estas cenas veio-me à memória muitos bons tempos de juventude vividos com o Óscar, e outros mais, uns ainda por cá, que perdi de vista, e outros que já não estão entre nós.
Relembro também, com saudade, uma figura imponente (pois era um homenzarrão) senhor de uma afabilidade e meiguice pouco comum nos adultos da época, o senhor Branco, pai do meu amigo, o protagonista deste texto.
Foi a “carteira”, que me deixa as contas na caixa da correspondência, que (hoje) fez com que o meu *“disco-semirrígido” fosse requestar um “registo”com mais de 30 anos.
Reparei que durante uns dias a senhora, que me entregava o correio, tinha sido substituída por um carteiro que eu não conhecia, pensei, “mudou de área de distribuição”, já que não aparentava idade para passar à reforma.
Hoje, por volta das 13.30 (como de costume), ouvi o ruido do motor (acompanhado da algazarra que as minhas cadelas armam) da “motoreta” dos CTT, fui ver, já não era ele, era ela novamente, perguntei, “então? a gastar os dias de férias que restavam?”, “antes fosse”, respondeu-me, estive de baixa, fui ferrada por um dálmata ali (apontando) naquela moradia”.
Contou-me todas as peripécias que se seguiram, pedido de desculpa do dono do bicho, ida ao hospital, vacinas, acionamento de seguro, pedido de indeminização (que não é nada barato, e que o “grosso” cairá nos cofres dos “CTT”, ficando o trabalhador com as mazelas e umas migalhas do dito).
Eu ainda falava com a senhora, e na minha mente já passava (como que) o filme de um velho (sem ofensa) amigo de infância que na sua juventude, para ganhar uma “pasta” extra exercia a função de carteiro em substituição de titulares do cargo que estavam em gozo de férias.
Nesses tempos era, eu, associado numa empresa de transitários (GRUPOTIR, já extinta), com sede na Rua Arménia, na Freguesia de Miragaia, na (nossa, minha e desse meu amigo) cidade do Porto.
Um dia entra-me pela porta do escritório adentro o Óscar (o meu tal amigo) esbaforido, tinha dado uma corrida a fugir de um cão.
Soube mais tarde, que por causa do tal cão (que era um cãozarrão), o Óscar, passava (em passo de corrida à entrada da Viela da Baleia, também em Miragaia), gritava “CARTEIRO”, atirava a correspondência para o chão da viela e fugia a sete pés até lugar seguro, pois o animal desatava numa correria desenfreada atrás dele.
Ao relembrar estas cenas veio-me à memória muitos bons tempos de juventude vividos com o Óscar, e outros mais, uns ainda por cá, que perdi de vista, e outros que já não estão entre nós.
Relembro também, com saudade, uma figura imponente (pois era um homenzarrão) senhor de uma afabilidade e meiguice pouco comum nos adultos da época, o senhor Branco, pai do meu amigo, o protagonista deste texto.
*A idade não perdoa!
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domingo, 11 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
JÁ QUE NÃO QUEREM DEVOLVER A DIGNIDADE À ESTÁTUA DO SOLDADO PORTO, FAÇAM UM MONUMENTO AO BURRO.

Não, não estou muito mais louco, só um
bocadinho, e um monumento ao burro porquê?Porque nenhum animal, como o burro, personifica o português típico, e porque foi uma marca de vinho batizada com a cachimónia do pacífico animal
quem (na realidade) “empurrou” os vinhos de mesa do Douro para a ribalta rivalizando hoje com os maduros do Alentejo que dominavam o mercado.
Aliada a uma excelente qualidade (pelo menos no ano da apresentação, 1982) o “CABEÇA DE BURRO”, e os vinhos de mesa do Douro, devem muita da sua reputação a pelo menos 3 pessoas com quem tive o privilégio de privar durante alguns (bons) anos, o Engº. Carlos Lacerda da (já extinta) Associação Comercial e Industrial de Lamego que promovia o salão “DOUROVIN”, o professor Orlando Lourenço das Caves da Murganheira, e Evaristo Cardoso, gerente hoteleiro.
Ao Douro, aos vinhos, às gentes, deixo um saudoso e agradecido abraço.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
A MANIFESTAÇÃO DO PASSADO DIA 15 MUDOU TUDO!
Houve gente
que nunca tinha saído à rua para se manifestar e gostou, tudo é diferente a
partir d’agora.
Vi diálogos entre
pessoas que, pela diferença de estrato social, nunca aconteceriam em circunstâncias
normais, criou-se uma atmosfera de união que deve ser cultivada a bem do Povo e
da Nação.
“O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO”.
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sábado, 22 de setembro de 2012
VIVA O REI
A partir de hoje sou monárquico!
É que com os reis quando é preciso uma mudança de fundo vai o chefe com o caralho, na república quem se fode é sempre o povo.
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quinta-feira, 20 de setembro de 2012
O PAPIRO
O PAPIRO
Eu não vou em tretas!
Um dia destes aparece uma moção para todos assinarem, “Pelo direito ao direito das mulheres celebrarem missa”, só porque alguém descobriu um papiro onde se lê, "Jesus disse-lhes, a minha mulher".
Em todas as gravuras Jesus aparece acompanhado (só) por homens, as bichas chamam-se de mulheres umas às outras ("ó mulher..."), logo…
Mas não é por aí, é coincidência a mais, o papiro aparece (precisamente) quando rebenta uma crise governamental, aqui há mão do Passos Coelho para distrair o Povo, com os computadores hoje faz-se tudo.
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terça-feira, 18 de setembro de 2012
MAIS UMA GOLPADA DO MENEZES
O (ainda) atual presidente da Câmara de Gaia desliga a iluminação da Ponte Maria Pia (monumento nacional)(iluminação do lado de Gaia) e "planta" dezenas de candeeiros, quase encostados uns aos outros, a iluminar uma rua onde ninguém passa.
Mais uma empreitada entregue a um amigo e uns milhares de euros para a sua conta pessoal.
Mais uma empreitada entregue a um amigo e uns milhares de euros para a sua conta pessoal.
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domingo, 16 de setembro de 2012
sábado, 15 de setembro de 2012
PRINCIPE HARRY, UM MÁRTIR À MANEIRA?
Muitos dos
que comigo convivem dizem (meia volta) que eu tenho uma cabeça patológica,
terei, e com o passar dos anos fui começando a temer certos pressentimentos que
se me assomam devido a, muitos deles, acabarem por se concretizar.
Aquando da
morte trágica de Lady Di todos se atiraram aos paparazzi e eu torci o nariz,
ficou por explicar, falou-se numa ação do MI5, eu continuo a ir mais por aí.Agora foi a companhia onde o Príncipe Harry presta serviço no Afeganistão que foi atacada, que a Elizabete não gosta que o neto fume charros e ande a mostrar o cu todos entendemos, mas expô-lo assim?
Vão ver que as sondagens disseram que um mártir dava um jeito do carago à monarquia britânica.
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