Guimarães passou a perna (largo) ao Porto no que se refere à cultura propriamente dito, Guimarães envolveu-se com o Povo, o Porto fez a Casa da Musica.
domingo, 23 de dezembro de 2012
PARABÉNS GUIMARÃES
O “Ano Europeu da
Cultura”, (que está a acabar no “Berço da Nação”) tal como o do Porto, também
deixa buracos, mas só financeiros, o do porto deixou a cidade toda esburacada,
ainda hoje se remendam obras mal feitas e à pressa, e tanto dinheirinho gasto.
Guimarães passou a perna (largo) ao Porto no que se refere à cultura propriamente dito, Guimarães envolveu-se com o Povo, o Porto fez a Casa da Musica.
Guimarães passou a perna (largo) ao Porto no que se refere à cultura propriamente dito, Guimarães envolveu-se com o Povo, o Porto fez a Casa da Musica.
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MORREMOS E DEIXAMOS TANTA COISA POR DIZER...
Chamem-me teimoso, o que quiserem,
insultem-me cara a cara, acautelem-se (no entanto) com o sarrafo que tenho na
mão direita escondido atrás das costas.
Volto a um tema que não é novidade no meu discurso, a LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO.
Eu defendo a validação, mais, não deve ser considerada (a profissão) um produto de luxo, deveria (depois de legitimada) usufruir de taxa mínima de “IRS”, seja masculina, ou feminina, “não há antidepressivo que se compare ao orgasmo”, a consideração não é minha, é dos (doutorados) entendidos, eu sou mais tipo, “com os tomates vazios, um gajo até pensa melhor”!
Vou mais longe, se prestassem serviço comunitário teriam direito a redução (significativa) nos impostos, não sabem porquê, pois não? Eu explico recorrendo a um filme, “Feios Porcos e Maus” de ETTORE SCOLA.
Quem nasceu, e cresceu, na chamada classe alta da sociedade encara a fita como uma comédia, quem, como eu, é oriundo da dita (categoria) média baixa, vê a película como uma sátira, uma mostra do mundo em que viviam os ostracizados pela sociedade, muito próximo do mundo (de grande parte) dos atuais utentes do “RSI”.
A cena em que uma familiar de “Giacinto” (o protagonista), por caridade masturba um (velho) utente do asilo onde trabalha sensibiliza (até) o coração mais empedernido.
Quem trabalha com autistas sabe que a masturbação faz parte da terapia, alguém duvida que, aos mais antigos, o mesmo tratamento faria reduzir a comparticipação do Serviço Nacional de Saúde em antidepressivos, calmantes e indutores do sono?
Por consequência, a atividade das pensões e residenciais que floresceram um pouco por todo o lado seria mais fácil de controlar pelos fiscais das finanças, cinco meninas, 4 “quecas” 20 dormidas, mais ou menos assim. Já sei, seria facílimo subornar o(a)s fiscais, mas sempre sobraria algum para o estado.
Olhem que parece brincadeira minha mas não é, há fortunas feitas no “ramo” que fogem ao controlo do fisco, deixem berrar a igreja, as prostitutas agradecerão, deixarão de ser obrigadas a sustentar os proxenetas que por sua vez têm de subornar as autoridades, quando não são estas (autoridades) a desempenhar as duas funções.
Legalizem e sindicalizem as ?senhoras de vida fácil?, todos ganharão, menos os escroques que ganham com a situação atual.
Volto a um tema que não é novidade no meu discurso, a LEGALIZAÇÃO DA PROSTITUIÇÃO.
Eu defendo a validação, mais, não deve ser considerada (a profissão) um produto de luxo, deveria (depois de legitimada) usufruir de taxa mínima de “IRS”, seja masculina, ou feminina, “não há antidepressivo que se compare ao orgasmo”, a consideração não é minha, é dos (doutorados) entendidos, eu sou mais tipo, “com os tomates vazios, um gajo até pensa melhor”!
Vou mais longe, se prestassem serviço comunitário teriam direito a redução (significativa) nos impostos, não sabem porquê, pois não? Eu explico recorrendo a um filme, “Feios Porcos e Maus” de ETTORE SCOLA.
Quem nasceu, e cresceu, na chamada classe alta da sociedade encara a fita como uma comédia, quem, como eu, é oriundo da dita (categoria) média baixa, vê a película como uma sátira, uma mostra do mundo em que viviam os ostracizados pela sociedade, muito próximo do mundo (de grande parte) dos atuais utentes do “RSI”.
A cena em que uma familiar de “Giacinto” (o protagonista), por caridade masturba um (velho) utente do asilo onde trabalha sensibiliza (até) o coração mais empedernido.
Quem trabalha com autistas sabe que a masturbação faz parte da terapia, alguém duvida que, aos mais antigos, o mesmo tratamento faria reduzir a comparticipação do Serviço Nacional de Saúde em antidepressivos, calmantes e indutores do sono?
Por consequência, a atividade das pensões e residenciais que floresceram um pouco por todo o lado seria mais fácil de controlar pelos fiscais das finanças, cinco meninas, 4 “quecas” 20 dormidas, mais ou menos assim. Já sei, seria facílimo subornar o(a)s fiscais, mas sempre sobraria algum para o estado.
Olhem que parece brincadeira minha mas não é, há fortunas feitas no “ramo” que fogem ao controlo do fisco, deixem berrar a igreja, as prostitutas agradecerão, deixarão de ser obrigadas a sustentar os proxenetas que por sua vez têm de subornar as autoridades, quando não são estas (autoridades) a desempenhar as duas funções.
Legalizem e sindicalizem as ?senhoras de vida fácil?, todos ganharão, menos os escroques que ganham com a situação atual.
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quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
O TERRIVEL MUNDO DOS PESADELOS.
São 2 horas e 22
minutos da madrugada, há momentos desci as escadas de minha casa para ver como
estava o meu pai, dormia profundamente.
Dias há que ao deitar pressinto que a noite não vai ser agradável, por ter comido ou bebido demais, porque dói qualquer coisa, ou (como hoje) por pura intuição.
Ainda não estava bem a dormir (julgo eu) e pareceu-me ouvir o meu pai, depois (já a sonhar) ouvi-o mesmo junto à porta do meu quarto, “huuummm?”, é o ruido que ele emite (agora) com frequência por tudo e por nada, mesmo quando está só, abri a porta do meu aposento e lá estava ele sentado numa cadeira mesmo encostado à porta.
Não sei se logo de imediato, comecei a ouvir musica, levantei-me porque o som entrava pela janela que estava aberta, que afinal era uma varanda, e do chão à grade da sacada havia (esticadas) umas enormes calças de homem que eu fui retirar para poder fechar a porta, pus a cabeça de fora e vi que estava num terceiro andar duma casa na marginal de Gaia, que na rua não havia luz, sobre o Rio Douro pairava um denso nevoeiro, e o barulho deixara de ser musica, era agora um relato de basquete da NBA, o som (muito alto) vinha do lado direito, do fundo da rua General Torres próximo da entrada do tabuleiro inferior da Ponte D. Luiz.
Ao puxar as calças para dentro sentia que elas me puxavam para fora, que se não as largasse cairia à rua.
Ouvi um estrondo no quarto do meu pai, desci as escadas a correr e já no último degrau vi que a porta do quarto estava aberta, havia uma cortina de tecido fino (inexistente na realidade) que desfocava a luz do candeeiro do teto, dava no entanto para vislumbrar dois bancos corridos (tipo das igrejas, mas sem encosto), entrei e vi, do lado esquerdo um amontado de móveis que não conhecia, e do lado direito (completamente nu) o meu pai (de pé) estava contra alguém que estava entre ele e a parede, alguém que dava para ver (pelo cabelo) que era mulher, mas que tinha a cara encostada ao ombro dele e não dava para ver quem era, empurrei a cabeça dela para ver, era minha mãe, tinha a cara cheia de cicatrizes, acordei.
Acordei cheio de frio, ansioso, e com dores no corpo que parece que levei uma tareia.
Vou tomar um chazinho de cidreira e comer umas bolachinhas, pode ser que ajude a passar (melhor) o resto da noite.
Dias há que ao deitar pressinto que a noite não vai ser agradável, por ter comido ou bebido demais, porque dói qualquer coisa, ou (como hoje) por pura intuição.
Ainda não estava bem a dormir (julgo eu) e pareceu-me ouvir o meu pai, depois (já a sonhar) ouvi-o mesmo junto à porta do meu quarto, “huuummm?”, é o ruido que ele emite (agora) com frequência por tudo e por nada, mesmo quando está só, abri a porta do meu aposento e lá estava ele sentado numa cadeira mesmo encostado à porta.
Não sei se logo de imediato, comecei a ouvir musica, levantei-me porque o som entrava pela janela que estava aberta, que afinal era uma varanda, e do chão à grade da sacada havia (esticadas) umas enormes calças de homem que eu fui retirar para poder fechar a porta, pus a cabeça de fora e vi que estava num terceiro andar duma casa na marginal de Gaia, que na rua não havia luz, sobre o Rio Douro pairava um denso nevoeiro, e o barulho deixara de ser musica, era agora um relato de basquete da NBA, o som (muito alto) vinha do lado direito, do fundo da rua General Torres próximo da entrada do tabuleiro inferior da Ponte D. Luiz.
Ao puxar as calças para dentro sentia que elas me puxavam para fora, que se não as largasse cairia à rua.
Ouvi um estrondo no quarto do meu pai, desci as escadas a correr e já no último degrau vi que a porta do quarto estava aberta, havia uma cortina de tecido fino (inexistente na realidade) que desfocava a luz do candeeiro do teto, dava no entanto para vislumbrar dois bancos corridos (tipo das igrejas, mas sem encosto), entrei e vi, do lado esquerdo um amontado de móveis que não conhecia, e do lado direito (completamente nu) o meu pai (de pé) estava contra alguém que estava entre ele e a parede, alguém que dava para ver (pelo cabelo) que era mulher, mas que tinha a cara encostada ao ombro dele e não dava para ver quem era, empurrei a cabeça dela para ver, era minha mãe, tinha a cara cheia de cicatrizes, acordei.
Acordei cheio de frio, ansioso, e com dores no corpo que parece que levei uma tareia.
Vou tomar um chazinho de cidreira e comer umas bolachinhas, pode ser que ajude a passar (melhor) o resto da noite.
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sábado, 15 de dezembro de 2012
JÁ ESTOU ACOSTUMADO!
Eles fazem e desfazem sem me
perguntar nada…
Já estou habituado às decisões dos
nossos políticos, que tramam os contribuintes e enchem os bolsos deles, umas
vezes com aviso prévio, outras depois de jurarem a pés juntos que não vão fazer
o que acabam por decretar, uns com o meu voto, outros sem, chio mas aguento,
vou até à rua manifestar-me à espera que estoure qualquer coisa, mas não há
meio.Fico lixado, mas são de cá, que posso fazer?
Fico muito mais irritado quando, sem me dizerem nada (nem mesmo uma mentira) decidem que a empresa que me fornece o sinal para eu poder telefonar onde me der na gana vai ser vendida a uma senhora que anda a comprar Portugal com o dinheiro que o pai dela roubou ao Povo Angolano.
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quinta-feira, 6 de dezembro de 2012
(A L E G A D A M E N T E), TRIBUNAL DE CONTAS INVESTIGA CONSUMO (EXAGERADO) DE PAPEL HIGIÉNICO NO PALÁCIO DE BELÉM!!!
Fonte,fidedigna, confirma que sempre que paulo portas se refere ao (atual) Presidente da República (positiva, ou negativamente), doutor, professor, aníbal cavaco silva, a mariinha dorme no quarto dos convidados devido ao desassossego, crise de flatulência, e abundante diarreia líquida que aflora o traseiro do manhoso de Boliqueime.
Parece que o genro do mais alto magistrado de Portugal, devido ao (alegado) tráfico de influências do sogro na compra do Pavilhão Atlântico, financia as fraldas com que a mariinha “traça” o Comandante-chefe das Forças Armadas para poupar os lençóis (património) da Residência Presidencial.
Há, até por aí (uns esquerdelhos) que sustentam uma estapafúrdia ideia, a possibilidade de o antigo primeiro-ministro ter sido tão fodido por paulo portas quando este dirigia o “INDEPENDENTE”, que (hoje) nutre por ele uma paixão incontrolável que lhe desarranja a cloaca, a “desavergonhice” d’alguns, vai ao ponto de haver quem diga que o tal que “sente o leite (lá) pelo rego”, o que deu o milhão (fantasma) ao CDS/PP, é o esganiçado que vive à nossa custa num palácio (cor-de-rosa) junto ao Tejo, o mesmo que se queixou que não tinha dinheiro para as despesas, não desse tanta pasta ao “azeiteiro”.
Parece que o genro do mais alto magistrado de Portugal, devido ao (alegado) tráfico de influências do sogro na compra do Pavilhão Atlântico, financia as fraldas com que a mariinha “traça” o Comandante-chefe das Forças Armadas para poupar os lençóis (património) da Residência Presidencial.
Há, até por aí (uns esquerdelhos) que sustentam uma estapafúrdia ideia, a possibilidade de o antigo primeiro-ministro ter sido tão fodido por paulo portas quando este dirigia o “INDEPENDENTE”, que (hoje) nutre por ele uma paixão incontrolável que lhe desarranja a cloaca, a “desavergonhice” d’alguns, vai ao ponto de haver quem diga que o tal que “sente o leite (lá) pelo rego”, o que deu o milhão (fantasma) ao CDS/PP, é o esganiçado que vive à nossa custa num palácio (cor-de-rosa) junto ao Tejo, o mesmo que se queixou que não tinha dinheiro para as despesas, não desse tanta pasta ao “azeiteiro”.
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terça-feira, 4 de dezembro de 2012
MAIS UM ANIVERSÁRIO + UM LIVRO!
O caso Camarate continua a render politicamente, e não só, mais um livro nas bancas, desta vez de Frederico Carvalho, “SÁ CARNEIRO E AS ARMAS PARA O IRÃO”.
Há pelo menos mais 3 aniversários que ainda podem render livros, sobre a possibilidade de ter sido o seu sucessor (no PSD) a encomendar o “serviço”, alguém da família devido à sua relação com Snu, ou ainda os credores.
Para comissões de inquérito, parece que há um fundo próprio.
Ainda há papel para muito espantalho!
Há pelo menos mais 3 aniversários que ainda podem render livros, sobre a possibilidade de ter sido o seu sucessor (no PSD) a encomendar o “serviço”, alguém da família devido à sua relação com Snu, ou ainda os credores.
Para comissões de inquérito, parece que há um fundo próprio.
Ainda há papel para muito espantalho!
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quinta-feira, 29 de novembro de 2012
TEXTO DEDICADO A UM AMIGO DE INFÂNCIA
Eu, às vezes, recordo o “gaijo”, não é todos os dias…
Foi a “carteira”, que me deixa as contas na caixa da correspondência, que (hoje) fez com que o meu *“disco-semirrígido” fosse requestar um “registo”com mais de 30 anos.
Reparei que durante uns dias a senhora, que me entregava o correio, tinha sido substituída por um carteiro que eu não conhecia, pensei, “mudou de área de distribuição”, já que não aparentava idade para passar à reforma.
Hoje, por volta das 13.30 (como de costume), ouvi o ruido do motor (acompanhado da algazarra que as minhas cadelas armam) da “motoreta” dos CTT, fui ver, já não era ele, era ela novamente, perguntei, “então? a gastar os dias de férias que restavam?”, “antes fosse”, respondeu-me, estive de baixa, fui ferrada por um dálmata ali (apontando) naquela moradia”.
Contou-me todas as peripécias que se seguiram, pedido de desculpa do dono do bicho, ida ao hospital, vacinas, acionamento de seguro, pedido de indeminização (que não é nada barato, e que o “grosso” cairá nos cofres dos “CTT”, ficando o trabalhador com as mazelas e umas migalhas do dito).
Eu ainda falava com a senhora, e na minha mente já passava (como que) o filme de um velho (sem ofensa) amigo de infância que na sua juventude, para ganhar uma “pasta” extra exercia a função de carteiro em substituição de titulares do cargo que estavam em gozo de férias.
Nesses tempos era, eu, associado numa empresa de transitários (GRUPOTIR, já extinta), com sede na Rua Arménia, na Freguesia de Miragaia, na (nossa, minha e desse meu amigo) cidade do Porto.
Um dia entra-me pela porta do escritório adentro o Óscar (o meu tal amigo) esbaforido, tinha dado uma corrida a fugir de um cão.
Soube mais tarde, que por causa do tal cão (que era um cãozarrão), o Óscar, passava (em passo de corrida à entrada da Viela da Baleia, também em Miragaia), gritava “CARTEIRO”, atirava a correspondência para o chão da viela e fugia a sete pés até lugar seguro, pois o animal desatava numa correria desenfreada atrás dele.
Ao relembrar estas cenas veio-me à memória muitos bons tempos de juventude vividos com o Óscar, e outros mais, uns ainda por cá, que perdi de vista, e outros que já não estão entre nós.
Relembro também, com saudade, uma figura imponente (pois era um homenzarrão) senhor de uma afabilidade e meiguice pouco comum nos adultos da época, o senhor Branco, pai do meu amigo, o protagonista deste texto.
Foi a “carteira”, que me deixa as contas na caixa da correspondência, que (hoje) fez com que o meu *“disco-semirrígido” fosse requestar um “registo”com mais de 30 anos.
Reparei que durante uns dias a senhora, que me entregava o correio, tinha sido substituída por um carteiro que eu não conhecia, pensei, “mudou de área de distribuição”, já que não aparentava idade para passar à reforma.
Hoje, por volta das 13.30 (como de costume), ouvi o ruido do motor (acompanhado da algazarra que as minhas cadelas armam) da “motoreta” dos CTT, fui ver, já não era ele, era ela novamente, perguntei, “então? a gastar os dias de férias que restavam?”, “antes fosse”, respondeu-me, estive de baixa, fui ferrada por um dálmata ali (apontando) naquela moradia”.
Contou-me todas as peripécias que se seguiram, pedido de desculpa do dono do bicho, ida ao hospital, vacinas, acionamento de seguro, pedido de indeminização (que não é nada barato, e que o “grosso” cairá nos cofres dos “CTT”, ficando o trabalhador com as mazelas e umas migalhas do dito).
Eu ainda falava com a senhora, e na minha mente já passava (como que) o filme de um velho (sem ofensa) amigo de infância que na sua juventude, para ganhar uma “pasta” extra exercia a função de carteiro em substituição de titulares do cargo que estavam em gozo de férias.
Nesses tempos era, eu, associado numa empresa de transitários (GRUPOTIR, já extinta), com sede na Rua Arménia, na Freguesia de Miragaia, na (nossa, minha e desse meu amigo) cidade do Porto.
Um dia entra-me pela porta do escritório adentro o Óscar (o meu tal amigo) esbaforido, tinha dado uma corrida a fugir de um cão.
Soube mais tarde, que por causa do tal cão (que era um cãozarrão), o Óscar, passava (em passo de corrida à entrada da Viela da Baleia, também em Miragaia), gritava “CARTEIRO”, atirava a correspondência para o chão da viela e fugia a sete pés até lugar seguro, pois o animal desatava numa correria desenfreada atrás dele.
Ao relembrar estas cenas veio-me à memória muitos bons tempos de juventude vividos com o Óscar, e outros mais, uns ainda por cá, que perdi de vista, e outros que já não estão entre nós.
Relembro também, com saudade, uma figura imponente (pois era um homenzarrão) senhor de uma afabilidade e meiguice pouco comum nos adultos da época, o senhor Branco, pai do meu amigo, o protagonista deste texto.
*A idade não perdoa!
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domingo, 11 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
JÁ QUE NÃO QUEREM DEVOLVER A DIGNIDADE À ESTÁTUA DO SOLDADO PORTO, FAÇAM UM MONUMENTO AO BURRO.

Não, não estou muito mais louco, só um
bocadinho, e um monumento ao burro porquê?Porque nenhum animal, como o burro, personifica o português típico, e porque foi uma marca de vinho batizada com a cachimónia do pacífico animal
quem (na realidade) “empurrou” os vinhos de mesa do Douro para a ribalta rivalizando hoje com os maduros do Alentejo que dominavam o mercado.
Aliada a uma excelente qualidade (pelo menos no ano da apresentação, 1982) o “CABEÇA DE BURRO”, e os vinhos de mesa do Douro, devem muita da sua reputação a pelo menos 3 pessoas com quem tive o privilégio de privar durante alguns (bons) anos, o Engº. Carlos Lacerda da (já extinta) Associação Comercial e Industrial de Lamego que promovia o salão “DOUROVIN”, o professor Orlando Lourenço das Caves da Murganheira, e Evaristo Cardoso, gerente hoteleiro.
Ao Douro, aos vinhos, às gentes, deixo um saudoso e agradecido abraço.
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quarta-feira, 26 de setembro de 2012
A MANIFESTAÇÃO DO PASSADO DIA 15 MUDOU TUDO!
Houve gente
que nunca tinha saído à rua para se manifestar e gostou, tudo é diferente a
partir d’agora.
Vi diálogos entre
pessoas que, pela diferença de estrato social, nunca aconteceriam em circunstâncias
normais, criou-se uma atmosfera de união que deve ser cultivada a bem do Povo e
da Nação.
“O POVO UNIDO JAMAIS SERÁ VENCIDO”.
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sábado, 22 de setembro de 2012
VIVA O REI
A partir de hoje sou monárquico!
É que com os reis quando é preciso uma mudança de fundo vai o chefe com o caralho, na república quem se fode é sempre o povo.
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