sexta-feira, 5 de abril de 2013
AO FIM DE TANTOS ANOS RUI RIO MERECE UM APLAUSO MEU
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quinta-feira, 4 de abril de 2013
HOJE ALMOCEI ALARVEMENTE.
Diariamente
(ao almoço) confeciono uma refeição para o meu pai que me obriga a ter certos
cuidados, para um idoso a comida deve ser rica em vários componentes que
compensem a quantidade.
O bacalhau à espanhola que servi ao meu progenitor seria, quando muito, primo daquele que após 15 minutos eu tirei do tacho para meu consumo.
Mais pimentão-doce e louro (devido à maturação do cozinhado) em pó, umas areiínhas de sal, e olho para não torrar em demasia, deixaram o meu “tacho” no ponto.
Quando “despachei” a “espanholada” já estava como um odre, mas havia ainda uma tijela com uma laranja, um kiwi, e uma Chiquita (banana) das grandes caldeados com três gotas de Vinho do Porto para aviar, marchou tudo.
Pensando, “depois de comer isto tudo já nem arrumo a louça, fica aqui (na mesa), arrumo logo, vou direitinho para o choco”, lá fui “enfardando” até que acabei.
Dei dois minutos de descanso antes da primeira cigarrada e comecei a soluçar, lembrei-me do meu querido avô paterno (António Manco), dizia ele que ´”quando se soluça após o comer é menos ar que sai por baixo”, ele que não bebia enquanto comia, mas depois “botava abaixo” uma “litrada” de tinto, para não engolir ar.
Comer em demasia nunca foi para mim razão para rebates de consciência, no entanto hoje dei comigo triste, a pensar que comi demais quando muitos não têm nem para matar a fome.
Devo estar a ficar piegas.
O bacalhau à espanhola que servi ao meu progenitor seria, quando muito, primo daquele que após 15 minutos eu tirei do tacho para meu consumo.
Mais pimentão-doce e louro (devido à maturação do cozinhado) em pó, umas areiínhas de sal, e olho para não torrar em demasia, deixaram o meu “tacho” no ponto.
Quando “despachei” a “espanholada” já estava como um odre, mas havia ainda uma tijela com uma laranja, um kiwi, e uma Chiquita (banana) das grandes caldeados com três gotas de Vinho do Porto para aviar, marchou tudo.
Pensando, “depois de comer isto tudo já nem arrumo a louça, fica aqui (na mesa), arrumo logo, vou direitinho para o choco”, lá fui “enfardando” até que acabei.
Dei dois minutos de descanso antes da primeira cigarrada e comecei a soluçar, lembrei-me do meu querido avô paterno (António Manco), dizia ele que ´”quando se soluça após o comer é menos ar que sai por baixo”, ele que não bebia enquanto comia, mas depois “botava abaixo” uma “litrada” de tinto, para não engolir ar.
Comer em demasia nunca foi para mim razão para rebates de consciência, no entanto hoje dei comigo triste, a pensar que comi demais quando muitos não têm nem para matar a fome.
Devo estar a ficar piegas.
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terça-feira, 2 de abril de 2013
Magoa-me, até me atormenta
Aquela mentira nojenta, “não
pode ser de outra forma”Será que tem de ser norma fazer sofrer o Povo?
Não haverá nada novo na mente dos governantes?
Terá de ser como era dantes?
Não se pode virar isto?
Então o mundo está visto?
Ficamos resignados?
E a luta dos antepassados?
Não nos auxilia nada?
Se só vai à bofetada, pois então, vamos a isso
Tomemos o compromisso, fabriquemos a tormenta
Mostremos a esses pulhas,que o Povo já não “aguenta”!
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sexta-feira, 29 de março de 2013
HOJE SENTI-ME ATRAIÇOADO!!!
Fidelizei-me
à “Antena 1” da “RDP” por sentir que a “TSF” (emissora que eu preferia) após
ter sido incorporada nas empresas (Controlinveste) do Quim do Charuto passou a “lamber”
os (des)governos deste país.Deduzo que a atual direção de informação da “RDP” “Antena 1” teria noticiado o massacre no cemitério de Santa Cruz em “Timor, República da Indonésia”.
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segunda-feira, 25 de março de 2013
27 DE FEVEREIRO DE 1953, DIZ ALGUMA COISA A ALGUÉM?
Acordo de Londres de 27 de Fevereiro de 1953, que permitiu
anular uma grande parte da dívida de guerra da Alemanha.
Espanha, Grécia, Irlanda, EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, foram signatários.
O acordo adotou três princípios fundamentais:
1. Perdão/redução substancial da dívida;
2. Reescalonamento do prazo da divida para um prazo longo;
3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %.
A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.
(fonte: http:// bandalargablogue.blogs.sapo.pt/ 215210.html)
anular uma grande parte da dívida de guerra da Alemanha.
Espanha, Grécia, Irlanda, EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, foram signatários.
O acordo adotou três princípios fundamentais:
1. Perdão/redução substancial da dívida;
2. Reescalonamento do prazo da divida para um prazo longo;
3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %.
A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.
(fonte: http://
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sábado, 23 de março de 2013
FAR-ME-ÃO O FAVOR DE ME ESPETAR COM O ESPÍRITO NOS TOMATES!!!
Já há uns
anos passei a borrifar-me para a divindade, pomba para mim (fruto da
adolescência) passou a ter outro significado.Nunca temi os espíritos, mas em abono da verdade esclareço, nem que me aparecesse uma pombinha daquelas, eu arriscaria entrar à noite num cemitério.
Bom (ronco à Marcelo R. de Sousa), voltemos então ao incognoscível…
É preciso ter lata, vão acabar com a luta greco romana nos jogos olímpicos, a seguir, vai o boxe? Vão amputando até ficar (só) o futebol?
Eu já tinha reparado que o Vicente Moura para o fim do mandato era assim a modos que o Fernando Nobre para a AMI, agarrados ao tacho, espírito interesseiro.
Dois espíritos lembro com carinho, o (de orelha) que me ajudou algumas vezes na escola, e aquele (que hoje é o banqueiro mais rico de Portugal) que após o 25 de Abril de 1974 andou a despejar a merda dos outros presos.
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quinta-feira, 21 de março de 2013
PODE SER-SE SÉRIO MENTINDO?
Depende da
idade, das circunstâncias, e da criação.
Na minha infância media-se a coragem nos pormenores, era preferível mentir a “bufar” um colega, subir a uma árvore e dar cabo de um ninho não era um atentado à natureza, era agilidade, jogar à bola no Terreiro da Sé era um duplo desafio, escapar às muletas que o (manco) arrumador atirava e à polícia que nos cercava, não esquecendo que um de nós podia ir parar à esquadra mas a bola nunca seria “pasto” do canivete do mono.
Nas mentiras contávamos com o companheirismo dos que queríamos imitar e daqueles que queríamos impressionar, quem diz que nunca mentiu é mentiroso compulsivo.
Quantos profissionais de saúde não esconderam (por compaixão) o estado real de um paciente?
Mas alguém compreendia uma mentira vinda do pai? Dum padre? E dum governante?
Na minha infância media-se a coragem nos pormenores, era preferível mentir a “bufar” um colega, subir a uma árvore e dar cabo de um ninho não era um atentado à natureza, era agilidade, jogar à bola no Terreiro da Sé era um duplo desafio, escapar às muletas que o (manco) arrumador atirava e à polícia que nos cercava, não esquecendo que um de nós podia ir parar à esquadra mas a bola nunca seria “pasto” do canivete do mono.
Nas mentiras contávamos com o companheirismo dos que queríamos imitar e daqueles que queríamos impressionar, quem diz que nunca mentiu é mentiroso compulsivo.
Quantos profissionais de saúde não esconderam (por compaixão) o estado real de um paciente?
Mas alguém compreendia uma mentira vinda do pai? Dum padre? E dum governante?
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
CAUSTICIDADE?
No dia em que Joseph Alois abdica do
cargo de patrão da igreja de Roma sou levado a pensar que nem um ex-nazi
consegue endireitar aquilo.
Já no tempo em que andava de volta
das batinas dos padres e das freiras me apercebi que algo não estava bem numa
instituição que prometia o céu de forma igual para ricos e pobres, quando os
padres (sempre os mais novos) demonstravam veemência na defesa dos mais
desprotegidos, eram transferidos para paróquias com menos devotos (sobretudo no
meio rural), e quem os substituía prestava muito mais atenção às senhoras e
senhores que ocupavam as primeiras filas (junto ao altar) durante as celebrações.
Nunca mais esqueço a transferência do
Padre Coelho (da Igreja dos Grilos/Porto) para longe, gerou um verdadeiro
levantamento popular (e o 25 de Abril de 1974 ainda vinha muito longe) com
manifestações e tudo, a polícia agrediu pessoas e ocupou o centro social que
funcionava junto à igreja acima referida, e do padre, nunca mais ouvi falar. Mantenho
na retina a figura de um sacerdote (ainda jovem) que tentou fazer frente às
forças policiais em defesa do Povo da Sé, faleceu a 29 de Setembro de 2010,
chamava-se Armindo Lopes Coelho, chegou a Bispo do Porto, deixou-me saudades
porque recordo muitas vezes vê-lo vir do seminário maior em direção à catedral,
apanhar a batina, dar um nó à cintura e jogar à bola connosco.A igreja de Roma é romana por usurpação, não passa de mais uma conquista de uma tropa, a mais forte da época, e julgo que é aí que reside o busílis da questão.
A Igreja Católica Apostólica Romana começa por “vender” aos seus acólitos uma falsa imagem de Jesus Cristo que, nascido na Palestina, nunca poderia ter o aspeto árico que permanece em imagens e gravuras, voltamos à ideologia nazi, porquê? Porque é que em séculos nunca se tentou emendar os embustes que saltam à vista mesmo dos menos informados?
Talvez um dia apareça um sumo pontífice que venda todo o património, distribua o dinheiro pelos pobres, e se mude para a Palestina vivendo da caridade humana.
Para terminar, eu apostaria na eleição de um Papa preto, afinal o Vaticano está em crise, a América também estava.
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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
PENSANDO A FAMÍLIA
Não há
qualquer paternalismo ou colonialismo bacocos na sensação de mal-estar que me
apoquenta quando de Angola se sabe que a censura prende, tortura e faz
desaparecer jornalistas por defenderem a liberdade de informação, que aquele (Procurador
Geral da República) que deveria ser o garante da justiça no país investe
milhões no estrangeiro através de “offshores”, se à escancara a filha de um
ex-guerrilheiro (Isabel dos Santos filha do (Presidente da Republica Popular de
Angola) José Eduardo dos Santos) tem interesses financeiros nas maiores
empresas de Portugal, ou se por causa do tráfico de droga o Povo da Guiné
Bissau não tem paz.
Sou dos que
nunca se sentiu roubado quando das ex-colónias portuguesas veio grande parte da
mão-de-obra que ajudou a mudar o meu país, cheguei mesmo a insurgir-me contra a
exploração exercida por empresários sem escrúpulos a que muitos dos
trabalhadores estiveram sujeitos, já as regalias excecionais que muitos dos
ditos “retornados” (sem necessitarem) obtiveram considero-as um roubo de
lesa-Pátria, vou mais longe, acho que foi a partir da “fabricação desses tachos”
que se começou a cavar o buraco onde hoje nos encontramos.Nunca ostracizei ninguém pela cor da pele, já pelas “dores” clubísticas admito que não sou isento, benfiquista, branco, preto ou amarelo, é mouro, não gosto, mai nada!
Diz-se que quando não há notícias está tudo bem, que as desgraças têm perna lesta e que se sabe depressa, mas queria mais informação sobre Timor Leste, não sei porquê, falta-me, pronto!
E o Brasil? Não é só o samba que me alegra, é também saber que o Povo vive melhor, que os generais (aparentemente) se renderam à democracia, que os yankiees/amaricanos aliviaram a pressão sobre a sua economia, e que como um “filho” educado, não querendo fragilizar a “mãe”, vai empurrando (com a barriga) o acordo ortográfico.
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domingo, 24 de fevereiro de 2013
OS DESACATOS E A VIOLÊNCIA SÃO INEVITÁVEIS.
Se dermos
atenção aos comentadores independentes da finança e economia, se taparmos as
orelhas quando “chiam” os outros, os que comentam por encomenda, basta fazermos
contas para concluirmos que se não nos perdoarem parte da divida externa
teremos de sair da moeda única.
Com o Relvas
a pôr o estomago do Povo às voltas, com o Hulrich a provocar, com o Costa a
usar a câmara como desculpa para passar ao lado da situação (esperando por
melhores dias), com o manhoso de Boliqueime caladinho, com os populares a “gastarem”
a Grândola, a contestação só pode
azedar.A polícia já recebeu equipamentos novos, está tudo pronto para começar a batalha, quanto mais feridos houver, de preferência se houver mortes, mais fácil será pedir o perdão.
E agora vou à missa rezar para o Benfica perder.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013
O relvas ESTÁ FODIDO!
É por demais
evidente que os consecutivos eventos onde (praticamente) diariamente apareceu o
ministro relvas foram agendados pelo governo, que o “Clube de Pensadores”(e o
seu promotor Joaquim Jorge) vive de fretes poucos duvidarão, e as televisões (e
as respetivas direções de informação) alinham porque a publicidade institucional tem
um peso considerável nos seus orçamentos.
A contestação, mais ou menos selvagem, que o Povo decidiu mover ao relvas tirou-lhe o espaço que lhe restava, já nem indoor consegue “vender o seu peixe”, resta-lhe a Assembleia da República até ao dia em que o Povo decida que nem aí terá sossego.
A contestação, mais ou menos selvagem, que o Povo decidiu mover ao relvas tirou-lhe o espaço que lhe restava, já nem indoor consegue “vender o seu peixe”, resta-lhe a Assembleia da República até ao dia em que o Povo decida que nem aí terá sossego.
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