quinta-feira, 18 de abril de 2013

BELMIRO DE AZEVEDO, O ELO.


Aníbal Cavaco Silva instrói o assessor para a imprensa (Fernando Lima) no sentido de difundir através do jornal “Público” os seus receios quanto à confidencialidade dos equipamentos informáticos da Presidência da Republica, a notícia tem um efeito contrário ao desejado e, para os desviar da discussão do caso, Fernando Lima muda de funções mantendo-se em Belém na casa civil, enquanto José Manuel Fernandes passa da direção para a administração do jornal.

O chamado caso das secretas é entretanto investigado e noticiado (no mesmo jornal “Público”) por Maria José Oliveira que de imediato é pressionada pelo (então) ministro Miguel Relvas que (alegadamente) ameaçou divulgar detalhes da sua vida privada. Que faz a direção do Jornal? Pura e simplesmente demite a colaboradora.

Entretanto há eleições e o novo Primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, vai buscar para seu assessor de imprensa um jornalista de que jornal? Do “Público”, claro.

O Governo corta vencimentos e regalias aos trabalhadores, Belmiro de Azevedo tem o descaramento de afirmar que “sem ordenados baixos não há empregos”.

Se houvesse deus como muitos acreditam bestas como Belmiro de Azevedo morriam prematuramente.

terça-feira, 16 de abril de 2013

ESPERO BEM...



Espero bem que as autoridades aduaneiras não facilitem quando este gajo voltar da Colômbia, conhecidas que são as sua dificuldades económicas deve ser bem revistado, radiografado, e retalmente bem vistoriado por um agente de dedos bem grossos.

terça-feira, 9 de abril de 2013

VERGONHOSO!


É vergonhoso um Estado que se atrasa no pagamentos das suas dívidas, que rouba o Povo, não indultar um homem que (em defesa dos operários) pôs a cabeça no cepo.
João Cebola dirá pouco à maioria, é no entanto o nome do único empresário português (efetivamente) detido por dívidas ao fisco. Em 2005 optou por reter o dinheiro do IVA para poder pagar os ordenados aos trabalhadores.
Hoje, anos depois de o Estado ter arrasado as edificações, e tomada posse administrativa dos terrenos da antiga empresa (Oliva Industrial), João Cebola (com 77 anos de idade debilitado fisicamente) a quem ninguém aponta má gestão em favorecimento próprio, continua a ser incomodado pela justiça, a mesma justiça que deixa os “amigos”, de pulseira no tornozelo, sossegados na sua casinha, e que fecha os olhos, não reparando naqueles que roubam na sua terra para investirem em Portugal.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

AO FIM DE TANTOS ANOS RUI RIO MERECE UM APLAUSO MEU

Devolveu  a dignidade à estátua do Soldado Porto que está agora, na Praça da Liberdade, a guardar o Banco de Portugal.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

HOJE ALMOCEI ALARVEMENTE.

Diariamente (ao almoço) confeciono uma refeição para o meu pai que me obriga a ter certos cuidados, para um idoso a comida deve ser rica em vários componentes que compensem a quantidade.
O bacalhau à espanhola que servi ao meu progenitor seria, quando muito, primo daquele que após 15 minutos eu tirei do tacho para meu consumo.
Mais pimentão-doce e louro (devido à maturação do cozinhado) em pó, umas areiínhas de sal, e olho para não torrar em demasia, deixaram o meu “tacho” no ponto.
Quando “despachei” a “espanholada” já estava como um odre, mas havia ainda uma tijela com uma laranja, um kiwi, e uma Chiquita (banana) das grandes caldeados com três gotas de Vinho do Porto para aviar, marchou tudo.
Pensando, “depois de comer isto tudo já nem arrumo a louça, fica aqui (na mesa), arrumo logo, vou direitinho para o choco”, lá fui “enfardando” até que acabei.
Dei dois minutos de descanso antes da primeira cigarrada e comecei a soluçar, lembrei-me do meu querido avô paterno (António Manco), dizia ele que ´”quando se soluça após o comer é menos ar que sai por baixo”, ele que não bebia enquanto comia, mas depois “botava abaixo” uma “litrada” de tinto, para não engolir ar.
Comer em demasia nunca foi para mim razão para rebates de consciência, no entanto hoje dei comigo triste, a pensar que comi demais quando muitos não têm nem para matar a fome.
Devo estar a ficar piegas.

terça-feira, 2 de abril de 2013


Magoa-me, até me atormenta
Aquela mentira nojenta, “não pode ser de outra forma”
Será que tem de ser norma fazer sofrer o Povo?
Não haverá nada novo na mente dos governantes?
Terá de ser como era dantes?
Não se pode virar isto?
Então o mundo está visto?
Ficamos resignados?
E a luta dos antepassados?
Não nos auxilia nada?
Se só vai à bofetada, pois então, vamos a isso
Tomemos o compromisso, fabriquemos a tormenta
Mostremos a esses pulhas,que o Povo já não “aguenta”!

sexta-feira, 29 de março de 2013

HOJE SENTI-ME ATRAIÇOADO!!!


Fidelizei-me à “Antena 1” da “RDP” por sentir que a “TSF” (emissora que eu preferia) após ter sido incorporada nas empresas (Controlinveste) do Quim do Charuto passou a “lamber” os (des)governos deste país.
Hoje, noticiando um deslizamento de terras que soterrou quase uma centena de mineiros nos arredores de Lhassa capital do Tibete, o “pivot” do telejornal das 20 disse, “deslizamento de terras soterra 83 mineiros em Lhassa, Republica Popular da China”.
Deduzo que a atual direção de informação da “RDP” “Antena 1” teria noticiado o massacre no cemitério de Santa Cruz em “Timor, República da Indonésia”.

segunda-feira, 25 de março de 2013

27 DE FEVEREIRO DE 1953, DIZ ALGUMA COISA A ALGUÉM?

Acordo de Londres de 27 de Fevereiro de 1953, que permitiu
anular uma grande parte da dívida de guerra da Alemanha.

Espanha, Grécia, Irlanda, EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, foram signatários.

 O acordo adotou três princípios fundamentais:

1. Perdão/redução substancial da dívida;
2. Reescalonamento do prazo da divida para um prazo longo;
3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %.
A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.

(fonte: http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/215210.html)

sábado, 23 de março de 2013

FAR-ME-ÃO O FAVOR DE ME ESPETAR COM O ESPÍRITO NOS TOMATES!!!

Já há uns anos passei a borrifar-me para a divindade, pomba para mim (fruto da adolescência) passou a ter outro significado.
Nunca temi os espíritos, mas em abono da verdade esclareço, nem que me aparecesse uma pombinha daquelas, eu arriscaria entrar à noite num cemitério.
Bom (ronco à Marcelo R. de Sousa), voltemos então ao incognoscível…
É preciso ter lata, vão acabar com a luta greco romana nos jogos olímpicos, a seguir, vai o boxe? Vão amputando até ficar (só) o futebol?
Eu já tinha reparado que o Vicente Moura para o fim do mandato era assim a modos que o Fernando Nobre para a AMI, agarrados ao tacho, espírito interesseiro.
Dois espíritos lembro com carinho, o (de orelha) que me ajudou algumas vezes na escola, e aquele (que hoje é o banqueiro mais rico de Portugal) que após o 25 de Abril de 1974 andou a despejar a merda dos outros presos.

 

quinta-feira, 21 de março de 2013

PODE SER-SE SÉRIO MENTINDO?

Depende da idade, das circunstâncias, e da criação.
Na minha infância media-se a coragem nos pormenores, era preferível mentir a “bufar” um colega, subir a uma árvore e dar cabo de um ninho não era um atentado à natureza, era agilidade, jogar à bola no Terreiro da Sé era um duplo desafio, escapar às muletas que o (manco) arrumador atirava e à polícia que nos cercava, não esquecendo que um de nós podia ir parar à esquadra mas a bola nunca seria “pasto” do canivete do mono.
Nas mentiras contávamos com o companheirismo dos que queríamos imitar e daqueles que queríamos impressionar, quem diz que nunca mentiu é mentiroso compulsivo.
Quantos profissionais de saúde não esconderam (por compaixão) o estado real de um paciente?
Mas alguém compreendia uma mentira vinda do pai? Dum padre? E dum governante?

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

CAUSTICIDADE?


No dia em que Joseph Alois abdica do cargo de patrão da igreja de Roma sou levado a pensar que nem um ex-nazi consegue endireitar aquilo.
Já no tempo em que andava de volta das batinas dos padres e das freiras me apercebi que algo não estava bem numa instituição que prometia o céu de forma igual para ricos e pobres, quando os padres (sempre os mais novos) demonstravam veemência na defesa dos mais desprotegidos, eram transferidos para paróquias com menos devotos (sobretudo no meio rural), e quem os substituía prestava muito mais atenção às senhoras e senhores que ocupavam as primeiras filas (junto ao altar) durante as celebrações.
Nunca mais esqueço a transferência do Padre Coelho (da Igreja dos Grilos/Porto) para longe, gerou um verdadeiro levantamento popular (e o 25 de Abril de 1974 ainda vinha muito longe) com manifestações e tudo, a polícia agrediu pessoas e ocupou o centro social que funcionava junto à igreja acima referida, e do padre, nunca mais ouvi falar. Mantenho na retina a figura de um sacerdote (ainda jovem) que tentou fazer frente às forças policiais em defesa do Povo da Sé, faleceu a 29 de Setembro de 2010, chamava-se Armindo Lopes Coelho, chegou a Bispo do Porto, deixou-me saudades porque recordo muitas vezes vê-lo vir do seminário maior em direção à catedral, apanhar a batina, dar um nó à cintura e jogar à bola connosco.
A igreja de Roma é romana por usurpação, não passa de mais uma conquista de uma tropa, a mais forte da época, e julgo que é aí que reside o busílis da questão.
A Igreja Católica Apostólica Romana começa por “vender” aos seus acólitos uma falsa imagem de Jesus Cristo que, nascido na Palestina, nunca poderia ter o aspeto árico que permanece em imagens e gravuras, voltamos à ideologia nazi, porquê? Porque é que em séculos nunca se tentou emendar os embustes que saltam à vista mesmo dos menos informados?
Talvez um dia apareça um sumo pontífice que venda todo o património, distribua o dinheiro pelos pobres, e se mude para a Palestina vivendo da caridade humana.
Para terminar, eu apostaria na eleição de um Papa preto, afinal o Vaticano está em crise, a América também estava.