terça-feira, 22 de dezembro de 2009

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Figas ao ataque

Uma esmolinha para o S. Pedro

2009-12-01

Silvino Figueiredo

Não. A esmolinha pedida não é para um presépio, mas sim para a construção do edificio-sede, das instalações definitivas e condignas para a Junta de Freguesia de S. Pedro da Cova, que está em instalações provisórias há dezasseis anos e que caminham para a eternidade!

(foto do Conde de S.Piérre de La Buraque)

Ano após ano, desde a chegado do Major, que há a promessa de se construir, mas, até hoje nada! S. Pedro da Cova é a terceira maior freguesia em área e a quarta em eleitores no Concelho de Gondomar.

Embora todas as outras onze, desde a mais pequena à maior, estejam bem instaladas ou tenham edifício próprio como sede, a de S. Pedro da Cova nem mastro tem!

Já, por várias vezes, beneficiando do prestimoso serviço público do JN, tenho reclamado contra este deixa andar. Ora, como tal não tem sortido efeito, só resta pedir uma esmolinha para S. Pedro construir o seu edifício-sede de Junta.

Já agora, se sobrar algum dinheiro, e se der, faz-se um jardim-público, que também não há, além de muitas outras carências!

O que S. Pedro tem, e demais, são seis bairros da Câmara, com os seus 973 apartamentos e respectivos problemas sociais. Problemas é o que mais há em S. Pedro.

Como quem é responsável não liga pevide, só resta estender a mão à caridade. Dêem uma esmolinha para S. Pedro.

UMA MULHER DE CONFIANÇA

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

PINHEIRO DE NATAL


Em casa de portista num há bermelhos nem berdes!

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Festejemos então a queda do muro

PALESTINA

FRONTEIRA MEXICO/EUA

IRLANDA DO NORTE

CHIPRE

Q U A N D O ?


sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Fim previsível

No caso Casa Pia só deverá ser condenado Carlos Silvino (Bibi), na “Face Oculta” será Manuel Godinho.

O alvoroço provocado por este novo caso trouxe-me à lembrança um acontecimento que me foi reportado por um ferroviário já falecido.

Estaríam na década de 40 do século passado quando um maquinista e um fogueiro da CP, residentes no lugar da Pala (linha do Douro), foram detidos pela Pide acusados de roubo à empresa, foram torturados para confessarem se conheciam outros que alinhassem na marosca, cumpriram prolongada prisão efectiva, foram perseguidos, e tiveram que mudar-se porque nas redondezas ninguém lhes dava trabalho. O seu maior crime não teria sido o roubo, mas sim o terem estado presentes em vários encontros secretos promovidos pelos comunistas nas oficinas da CP de Campanhã.

A condenação por roubo deveu-se ao facto de os dois funcionários largarem (estratégicamente) para a linha, na zona onde viviam, algumas pazadas de briquetes (bolas de pó de carvão compactado) que depois eram apanhados pelos pobres.

Segundo o (tal falecido ferroviário) senhor Amadeu Soares, natural da Livração, o abade da sua terra recebia com regularidade e gratuitamente carroças dos mesmos briquetes oferecidos pelos chefes da estação, com conhecimento superior.



quinta-feira, 5 de novembro de 2009

É

É ainda paixão louca

É muitas vezes coisa pouca

É o lado que se dorme

É largar o que consome

É sentir nova vida

É conseguir coisa querida

É revolução de existência

É sentir a tua ausência

É ter medo do fim

É saber que, fazes parte de mim!



segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É preciso ter lata!


Apelando à união no PPD/PSD, Marcelo Rebelo de Sousa só se candidata à liderança se Passos Coelho retirar a candidatura.

domingo, 1 de novembro de 2009

Mea culpa


"O PÚBLICO inicia hoje uma nova etapa da sua história. Quase 20 anos depois do primeiro dia, uma nova direcção, um novo começo. Um tempo mais difícil, também.

Há 20 anos, tivemos a ousadia de em Portugal seguir os paradigmas da grande imprensa europeia e conseguimos ser hoje uma referência sem paralelo na imprensa diária portuguesa.
"Daremos expressão a todos os pontos de vista, mas afirmaremos os nossos"

Os ideais originais estão vivos - qualidade e rigor, distanciamento, independência e integridade. Olhamos para o jornalismo como parte nuclear da democracia e da liberdade e vamos exercê-las informando, questionando e investigando. Podemos escolher as palavras justas em nome da convicção com que as sustentamos - convicção num jornalismo forte, profundo e livre. Isso é fácil. A confiança no jornalismo, no entanto, já viveu melhores dias.

O fundador deste jornal, Vicente Jorge Silva, disse num texto recente que a credibilidade da imprensa de referência ficou seriamente afectada pelos incidentes que rodearam a última campanha para as legislativas. Um balanço duro, mas uma conclusão lúcida.

Não temos nada a acrescentar a uma polémica sobre a qual tudo está dito e da qual não ficaremos reféns. A razão de estarmos aqui hoje é anterior a tudo isso. Mas não escamoteamos o facto de ser nossa primeira obrigação repor essa credibilidade ameaçada, conscientes que estamos da percepção pública de um excesso de peso ideológico no jornal. Acreditamos num jornalismo culto e responsável, que desafia o sensacionalismo e as agendas informativas cada vez mais estreitas.

O leitor encontrará a partir de hoje pequenas diferenças através das quais queremos exprimir este novo começo. Não mudaremos a linha gráfica apenas para dizer que chegámos e somos diferentes - acreditamos mais na substância das coisas do que na forma; é pela substância que queremos afirmar-nos.

Os editoriais, a partir de hoje, deixarão de ser assinados. Os editoriais expressarão o pensamento desta direcção e deste jornal sobre o mundo que procuramos descrever, compreender e analisar página a página. Não queremos doutrinar nem vender receitas. Queremos interrogar o mundo. Daremos expressão a todos os pontos de vista, mas afirmaremos os nossos. Os editoriais serão escritos pelo novo Gabinete Editorial, composto pela direcção e mais cinco jornalistas do PÚBLICO - Teresa de Sousa, Jorge Almeida Fernandes, Margarida Santos Lopes, Ricardo Garcia e Vítor Costa. Há 20 anos, quando nascemos, foi decidido que os editoriais seriam assinados com base em duas ideias: seriam mais acutilantes e comprometeriam apenas o seu autor. Hoje sabemos que essa ideia original se tornou utópica e que um editorial compromete todo o jornal - é a cara do jornal - e não pode, por isso, ser veículo da opinião de uma só pessoa. Acreditamos, também, que é possível escrever editoriais incisivos, com pontos de vista corajosos e provocadores, que questionem e mobilizem a sociedade. Os novos editoriais do PÚBLICO, são, portanto, textos de opinião do jornal como instituição. A mesma filosofia será aplicada à secção Sobe e Desce.

Não serviremos governos, nem procuraremos certificados de bom comportamento. Prosseguiremos uma nova etapa do caminho, no respeito pelos valores que nos guiam desde o primeiro dia.

Queremos garantir a sustentabilidade do PÚBLICO como projecto de referência, desenvolver novas plataformas de intervenção editorial, trabalhar para elevar os padrões e sermos líderes no rigor, na reportagem, na análise, na crítica cultural e na opinião. Vamos estar obcecados com a isenção, a investigação, a profundidade e os temas de proximidade (e para isso vamos criar um caderno Cidades, que sairá aos domingos).

Não queremos inflacionar as expectativas, queremos corresponder aos leitores. Sabemos que o PÚBLICO é o jornal dos leitores exigentes, curiosos e atentos, das pessoas que pensam e que querem que o seu jornal seja um instrumento para pensar mais. Os nossos leitores - 250 mil por dia - são pessoas que sabem e que querem saber mais. São os melhores - e os mais severos - leitores."

BARBARA REIS (Nova directora do "Público)

O Editorial escrito e publicado hoje pela nova directora do "Público" é a admissão expressa da falta de isenção que vinha grassando no corpo redactorial do diário, é também a confirmação do conhecimento e aprovação da administração no caso das escutas, pois tal como Cavaco Silva manteve Fernando Lima em Belém, José Manuel Fernandes também fica no “Público”.

ACTUALIZAÇÃO

A mudança de direcção de um jornal é (regra geral) sinónimo de editorial assinado pelo(a) novo(a) directo(a), daí ter (erráticamente) atribuido a BARBARA REIS a autoria do artigo hoje manifesto.

Em declarações à "TSF" a nova directora do "Público" declarou que o editorial não é assinado por ninguém porque é um texto conjunto da redacção.

Melhor tivesse ficado calada, as suas declarações levam-me a inferir que o escrito não passa de uma nota do dono.


sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Por ti, fervoroso
























E contigo Lua bailo
Rodopio devagar
Até sentir teu luar
A incidir sobre mim
Dão-me ganas de frenesim
Que com ternura contenho
Até ceder à volúpia
Logo teus raios me devassam
Sinto que me trespassam
Me afogam
Me inebriam
Deixo-me então desfalecer
Olhando-te amoroso
Com o coração a bater
Por ti
Fervoroso.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Não sou todo de mim


























Sou de quem de mim depende

Dos meus pais que quero apadrinhar até que a sua vida se esvaia

Dos meus descendentes que em mim regularmente se acocoram

Que nunca me deram desgostos

Que são a luz dos meus olhos

Que não diferencio mesmo tendo sido paridos por diferentes mães

Sou de quem gosto

Sou dos meus amigos a quem a vida não permite dedicar o tempo que merecem

Sou de quem amo

Sou até de quem não gosta de mim

Porque não lhes saio da lembrança

O bocadinho que me resta

Só é meu

Porque gosto de mim como sou

Se assim não fosse

Já não era.



quinta-feira, 15 de outubro de 2009

É no mínimo ambíguo!


É no mínimo ambíguo que se queira acabar com os animais no circo permitindo o espectáculo degradante das touradas.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

É bom viver, e morrer, em Portugal.

José Gomes Macedo, emigrante português em França, foi encontrado morto sentado numa poltrona no apartamento onde vivia.
Um iogurte encontrado no frigorífico era datado de 2007, os vizinhos do prédio há muito reclamavam o mau cheiro.
O seu desaparecimento já tinha sido comunicado às autoridades que nunca se lembraram de o procurar na casa onde vivia.
E ainda há em Portugal quem se queixe da vizinhança, e da PJ.




Hoje há alguns enfastiados em Mondim de Basto



O alegado assassino de Maximino Clemente, António Cunha (foto da esquerda) continua a ser ouvido no tribunal de Mondim de Basto.
Ficar-se-á o Cunha pelos factos (do passado Domingo) porque foi detido, ou irá "abrir o livro"?
A tragédia do passado fim de semana foi o fim, há muito anunciado, das quezílias entre Cunha e Maximino que duravam há 30 anos, agravadas pela (segundo o Povo) má gestão (por parte de António Cunha) dos baldios de Ermelo.
A população de Ermelo acusa António Cunha de ter roubado muitos milhares de contos do património da freguesia.
Dizia-se em Mondim de Basto que António cunha, enquanto presidente da junta de Freguesia de Ermelo e responsável pela gestão dos baldios, era unha e carne com Pinto Moura (foto da direita) presidente cessante da autarquia mondinense e outros ditos grandes da terra.
António Cunha chegou a ser detido pelo assassinado Maximino Clemente quando este ainda se encontrava ao serviço (GNR), tendo-me confidenciado que o Maximino lhe dera uns sopapos dentro do posto.
António Cunha tinha contra ele vários processos-crime que foi conseguindo adiar até cair em desgraça, ou seja, até ser abandonado pelos poderosos.
Agora que não tem nada a perder, António Cunha irá "pôr a boca no trombone"?
Creio que esta minha duvida também passará pela cabeça de alguns de Mondim de Basto, daí eu dizer que deve haver hoje alguma gente com falta de apetite por lá.

Jan Ficher - Durão Barroso

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Um, dois, três.

Marinho Pinto volta a desmarcarar os juizes, grande homem!

Manuela Ferreira Leite não se recandidata, prepara-te Paulinho.

Mais uma colher, senão levas tau tau.

O QUE SERÁ DE MIM?

artista de circo


A dieta do senhor Presidente


quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Os chineses sabem-na toda!

Quando vamos a um restaurante ou loja chineses só vemos chinesas feiosas e mal feitas, pelos vistos as engraçadas têm de ir prá tropa.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

De quantos mandatos precisará ainda L.F.Menezes


Para resolver o problema da Rotunda de Sto. Ovidio?
Como turista não vê, não se soluciona.

Chegou o Outono

Clica na foto para ampliar

terça-feira, 29 de setembro de 2009

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

A dupla maravilha convidou o Papa a vir a Fátima

Com tudo pago...
Como contrapartida querem um milagre no próximo Domingo.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Já fostes!



(foto DN)

FERNANDO LIMA

"Fernando Lima tem sido assessor e conselheiro de Cavaco Silva desde que este chegou a primeiro-ministro pela primeira vez, em 1985." (JN)


Ó Lima, tu nunca digas que foi o Cavaco que armou a tramóia toda, bais ber que tens tacho gordo até ao fim da bida.