sexta-feira, 29 de março de 2013

HOJE SENTI-ME ATRAIÇOADO!!!


Fidelizei-me à “Antena 1” da “RDP” por sentir que a “TSF” (emissora que eu preferia) após ter sido incorporada nas empresas (Controlinveste) do Quim do Charuto passou a “lamber” os (des)governos deste país.
Hoje, noticiando um deslizamento de terras que soterrou quase uma centena de mineiros nos arredores de Lhassa capital do Tibete, o “pivot” do telejornal das 20 disse, “deslizamento de terras soterra 83 mineiros em Lhassa, Republica Popular da China”.
Deduzo que a atual direção de informação da “RDP” “Antena 1” teria noticiado o massacre no cemitério de Santa Cruz em “Timor, República da Indonésia”.

segunda-feira, 25 de março de 2013

27 DE FEVEREIRO DE 1953, DIZ ALGUMA COISA A ALGUÉM?

Acordo de Londres de 27 de Fevereiro de 1953, que permitiu
anular uma grande parte da dívida de guerra da Alemanha.

Espanha, Grécia, Irlanda, EUA, Holanda, Reino Unido e Suíça, foram signatários.

 O acordo adotou três princípios fundamentais:

1. Perdão/redução substancial da dívida;
2. Reescalonamento do prazo da divida para um prazo longo;
3. Condicionamento das prestações à capacidade de pagamento do devedor.
O pagamento devido em cada ano não pode exceder a capacidade da economia. Em caso de dificuldades, foi prevista a possibilidade de suspensão e de renegociação dos pagamentos. O valor dos montantes afectos ao serviço da dívida não poderia ser superior a 5% do valor das exportações. As taxas de juro foram moderadas, variando entre 0 e 5 %.
A grande preocupação foi gerar excedentes para possibilitar os pagamentos sem reduzir o consumo. Como ponto de partida, foi considerado inaceitável reduzir o consumo para pagar a dívida.

(fonte: http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/215210.html)

sábado, 23 de março de 2013

FAR-ME-ÃO O FAVOR DE ME ESPETAR COM O ESPÍRITO NOS TOMATES!!!

Já há uns anos passei a borrifar-me para a divindade, pomba para mim (fruto da adolescência) passou a ter outro significado.
Nunca temi os espíritos, mas em abono da verdade esclareço, nem que me aparecesse uma pombinha daquelas, eu arriscaria entrar à noite num cemitério.
Bom (ronco à Marcelo R. de Sousa), voltemos então ao incognoscível…
É preciso ter lata, vão acabar com a luta greco romana nos jogos olímpicos, a seguir, vai o boxe? Vão amputando até ficar (só) o futebol?
Eu já tinha reparado que o Vicente Moura para o fim do mandato era assim a modos que o Fernando Nobre para a AMI, agarrados ao tacho, espírito interesseiro.
Dois espíritos lembro com carinho, o (de orelha) que me ajudou algumas vezes na escola, e aquele (que hoje é o banqueiro mais rico de Portugal) que após o 25 de Abril de 1974 andou a despejar a merda dos outros presos.

 

quinta-feira, 21 de março de 2013

PODE SER-SE SÉRIO MENTINDO?

Depende da idade, das circunstâncias, e da criação.
Na minha infância media-se a coragem nos pormenores, era preferível mentir a “bufar” um colega, subir a uma árvore e dar cabo de um ninho não era um atentado à natureza, era agilidade, jogar à bola no Terreiro da Sé era um duplo desafio, escapar às muletas que o (manco) arrumador atirava e à polícia que nos cercava, não esquecendo que um de nós podia ir parar à esquadra mas a bola nunca seria “pasto” do canivete do mono.
Nas mentiras contávamos com o companheirismo dos que queríamos imitar e daqueles que queríamos impressionar, quem diz que nunca mentiu é mentiroso compulsivo.
Quantos profissionais de saúde não esconderam (por compaixão) o estado real de um paciente?
Mas alguém compreendia uma mentira vinda do pai? Dum padre? E dum governante?