

Porque ao contrário dos generais que puseram a Venezuela e os venezuelanos, e os portugueses que por lá trabalham de rastos, não se baixa aos EUA, não pactua com eles, não se cala, denuncia, faz barulho, incomoda, é bronco, agitador, podem no entanto crer que há mais gente a gostar dele do que julgam. É quase como aqueles méquinhos que dizem “eu? Naquele site? Naquele blogg? Nem morto”, no entanto sabem tudo que se lá passa. Eram precisos mais dois ou três broncos, a Africa precisa urgentemente de um Chávez, para meter nos eixos os mangas-de-alpaca, os pseudo intelectuais, os que se julgam donos do mundo. Um palavrão ajuda muitas vezes a fazer força, é preciso usá-los contra essa gentalha armada em fina mas que no fundo são uns falsos, há que chamar os bois pelo nome, mesmo correndo o risco de levar com uma queixa no combate ao banditismo.
Viva Chávez.
1 comentário:
Eu, méquinha me confesso... ah ah ah
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